Agência NBS terá um escritório na comunidade carioca Santa Marta, a primeira a receber uma UPP e ser pacificada no Rio de Janeiro.
matéria: http://www.meioemensagem.com.br/home/comunicacao/noticias/2012/04/26/NBS-lan-ca-Rio-Rio-e-anuncia-unidade.html
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Rio+Rio é um dos maiores exemplos de economia criativa ligada a indústria de comunicação. No caso, clientes a agência formaram a parceria pra aproveitar o potencial econômico dos investimentos concentrados no Rio (já que vai ser sede da Copa e Olimpiadas) pra gerar desenvolvimento social em parceria com as UPPs.Esse tipo de ideia é uma das minhas apostas pra agências e clientes driblarem a descrença que a sociedade como um todo deposita neles, fruto das decadas em que a indústria encarou o discurso como ativo mais importante em detrimento de ações concretas para unir interesses de marca e da sociedade. 

Agência NBS terá um escritório na comunidade carioca Santa Marta, a primeira a receber uma UPP e ser pacificada no Rio de Janeiro.

matéria: http://www.meioemensagem.com.br/home/comunicacao/noticias/2012/04/26/NBS-lan-ca-Rio-Rio-e-anuncia-unidade.html

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Rio+Rio é um dos maiores exemplos de economia criativa ligada a indústria de comunicação. No caso, clientes a agência formaram a parceria pra aproveitar o potencial econômico dos investimentos concentrados no Rio (já que vai ser sede da Copa e Olimpiadas) pra gerar desenvolvimento social em parceria com as UPPs.

Esse tipo de ideia é uma das minhas apostas pra agências e clientes driblarem a descrença que a sociedade como um todo deposita neles, fruto das decadas em que a indústria encarou o discurso como ativo mais importante em detrimento de ações concretas para unir interesses de marca e da sociedade. 


Taí uma boa leitura pra quem lida ou estuda a cultura de massa, o comportamento da tal “nova classe média” brasileira e como a mídia precisa se reformular pra atender as necessidades do mercado.

“Não está dito em lugar algum, mas a guinada que se ouve hoje no plim-plim significa mais uma pá de terra por sobre as ruínas da velha indústia fonográfica – apenas a gravadora da própria Globo, a Som Livre, mantém importäncia nessa nova configuração, embora menos como criadora de sucessos que como mera distribuidora de trabalhos já consolidados de nomes como Teló, Gaby e João Lucas & Marcelo. O atual momento explica por que sumiu do mapa, já faz tempo, o apelido tipo greco-romano Vênus Platinada, com o qual a Globo amava se autoclassificar.”

 - mais lá no Trabalho Sujo

liveplanning, onde? como?

Acho que além de postar referências e discutir sobre cultura digital, podemos ganhar muito mais se perdermos o receio de falar sobre o nosso próprio trabalho, analisando erros e acertos, pedindo opiniões profissionais, etc.

Assim as pessoas discutem, o mercado amadurece e a gente ganha mais potencial pra realizar projetos/campanhas melhores.

Hoje eu planejo e gerencio projetos na Greenvision (produtora audiovisual) e na A.parelhagem (empresa recém criada pra agenciar carreiras artísticas), como a da Gaby Amarantos.

Segue o meu relato:

O “Treme”, primeiro disco solo da Gaby, está prestes a sair, mas ninguém sabia qual era o conceito gráfico, nada. Dai segue a ordem cronológica dos fatos…

(13 de abril, 11 da manhã)

- Gaby achou a capa do disco no facebook de uma pessoa que não conhecemos, residente do RJ, provavelmente funcionário do Teatro Municipal. Não sabemos como essa pessoa conseguiu a capa. Ponto.

O nome do cara é Fabio Fernandes, se quiser procurar o perfil é só se ligar na foto que ele tá na frente de um trem amarelo.

10 minutos de tensão, ligações pra Som Livre e discussões internas pra tomar alguma atitude com relação ao vazamento.

(13 de abril, 12:30)

Ligamos pra Gaby - que tava em São Paulo - e contamos o que isso não partiu do escritório, mas que iríamos aproveitar o vazamento pra fazer um barulho pré lançamento. 

(13 de abril, 13:30)

Gaby posta no instagram que vai divulgar a capa do disco às 15 horas. Ou seja, disse que tinha a intenção de divulgar a capa do disco, mas não falou sobre o vazamento.

(13 de abril, 14:00)

postamos no site. 

http://gabyamarantos.com/vazou

Duas horas depois nós já tínhamos 2 páginas de busca no Google falando sobre o vazamento e indicando o post no site como a fonte da notícia.

Aqui eu admito uma falha.

Talvez fosse muito melhor esperar a notícia se espalhar sozinha, aproveitar a caraterística da rede em formar opiniões próprias e discutir sobre o vazamento sem interferência de uma posição oficial da artista. 

Se esperássemos um turno ou até um dia pra postar no site da Gaby, talvez o barulho fosse muito maior e a gente conseguisse um buzz maior (com opiniões negativas e positivas, claro). Aí sim, postávamos no site pra reativar a discussão.

Da forma como foi feito nós demos margem pra algumas pessoas pensarem que o vazamento foi programado e não espontâneo, já que souberam pelo site oficial da artista. 

Se tivéssemos pensado nisso a oportunidade poderia ter sido melhor aproveitada. Ai eu aprendi a pensar melhor e tô aqui dizendo que foi legal. :)

Dai eu jogo um ponto de discussão pra galera: hoje o liveplanning é uma prática que precisa ser exercida por qualquer pessoa que trabalha com comunicação digital. E a quantidade e velocidade com que as informações transitam é muito maior do que a nossa capacidade de absorvê-las e direcioná-las, mas ainda assim precisamos fazer isso pra fazer bons trabalhos.

Sendo assim, considero o liveplanning uma boa prática a ser estudada por todos nós… e seria bom aprendermos juntos e jogar essa reflexão no nosso ambiente de trabalho e estudo.

O que vocês acham? 

Greenvision na Conferência do GP. 

William Charnock
, Chief Strategy Officer da R/GA, veio ao Brasil pra conhecer o escritório da R/GA São Paulo e o Beto Pina aproveitou pra fazer uma entrevista durante a Conferência do GP .

Lá pelos 07:40 ele fala das suas percepções sobre o evento, cita a Priscilla (Greenvision) e nos adianta que esse é só o começo pro mundo das novas formas de engajamento em torno de uma ideia. 

Bom saber, chefe.

*o post original é do Beto Pina, no Unplanned.

impressões: Conferência do Grupo de Planejamento

A Conferência do GP se superou, na opinião de muitos, justamente por colocar no mesmo lugar duas pontas que precisavam conversar. De um lado, relatos de quem vive a realidade, capta os movimentos in loco e os resignificam. De outro, 600 profissionais que precisam captar a realidade nua e crua para desenvolver pontes entre as marcas e os consumidores.

E foram palestras como a da Denis, Priscilla e Pablo Capilé que surpreenderam ao demonstrar contextos genuinamente brasileiros e que podem ser explorados, contanto que a outra ponta (agências e seus clientes) tenha coragem para chegar mais perto e investigar o que é esse “novo” Brasil que todo mundo diz que existe, mas que ainda desconhece o seu comportamento e consequentemente muitas das suas necessidades e hábitos de consumo.

Além disso, eles deixaram pensamentos interessantes:
1. A vida é mais interessante que o trabalho (se conseguires unir os dois, melhor);
2. A salvação profissional é se comprometer com a transformação. A cada segundo;
3. Eu, voce e nossos clientes precisamos ter coragem;
4. As agências precisam de camaleões. Uma espécie que se infiltra, estuda, pensa e se torna parte dos contextos para atingir os objetivos. No nosso caso, para formular produtos e estratégias de comunicação frutos dessa imersão.

Mas as coisas só vão dar certo se a gente sair do escritório pra ver a “selva” funcionando. A ponte pra lá está cada vez mais visível e atravessá-la se tornou uma questão de sobrevivência tanto pra mim (planner no começo de carreira) quanto pra quem já tá no mercado há décadas.

filme revisto, release mais sujo. 

confrariadacena:

Pulp Fiction, 1994. Quentin Tarantino.

tiro, sangue e cocaína pura, personagens absurdos com os seus monólogos e diálogos tão envolventes que me fazem gargalhar a cada “great vengeance and furious anger”. Inclusive, segundo o amigo Wiki, essa é a quarta fala mais marcante do cinema. 

eu queria contar mais das atuações, mas se não dá pra fazer uma farofa inteira pro Samuel L. Jackson num filme que tem Travolta, Uma Thurman, Bruce Willis, Cristopher Walken e cia arrebentando (nem pro Tarantino que com certeza vai aparecer mais vezes poraqui), eu deixo vocês com uma das melhores cenas do filme. 

Vale o risco do torrent escondido no trampo. 

nota 1: a trilha é tão boa que fez o Gustavo encarar a pilha de louça imunda de anteontem. 

nota 2: a guria que me propor essa dança ganha uma ida ao Jack Rabbit Slim’s com doses cavalares de adrenalina. 

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